“Doutor, eu fiz bariátrica… emagreci… e estou engordando de novo.”
Quase sempre dita em voz baixa — como se fosse uma culpa.
Mas existe algo importante que você precisa saber:
isso não significa fracasso
e não significa que a cirurgia “não funcionou”.
O reganho de peso é uma possibilidade real — e, na maioria das vezes, está relacionada à falta de acompanhamento adequado ao longo do tempo.”
E, na maioria das vezes, não está relacionado à falta de força de vontade — existe um motivo por trás disso.
E a boa notícia é que existe solução — quando a causa é identificada corretamente.
Ao longo de mais de 15 anos tratando obesidade, desenvolvemos protocolos específicos para quem já passou pela bariátrica.
Se você já passou por isso — ou está começando a perceber sinais de reganho — é importante entender que isso não é raro.
Dados de acompanhamento mostram que o reganho pode acontecer — especialmente sem acompanhamento adequado. Isso não é exceção. É algo que precisa ser entendido e tratado.
Mas entender os números não é suficiente.
O mais importante é entender o porquê.
Por que o reganho acontece?
Na maioria dos casos, o reganho não tem uma única causa —
ele é resultado de uma combinação de fatores.
As causas reais incluem:
Retorno aos velhos hábitos alimentares e ao sedentarismo
Falta de acompanhamento especializado
Mudanças no metabolismo basal
Questões emocionais não resolvidas
Adaptação hormonal do organismo
Redução da massa muscular ao longo do tempo
Quando a causa é identificada corretamente, o tratamento deixa de ser tentativa — e passa a ser estratégia.
Pacientes operados não podem ser tratados como pacientes comuns.
O corpo muda.O metabolismo muda. E o tratamento também precisa mudar.
Depois de anos acompanhando pacientes que voltaram a ganhar peso após a cirurgia, estruturamos um protocolo específico para tratar as causas reais do reganho.
Depende de vários fatores, mas em média nossos pacientes perdem 70-80% do peso recuperado, em 4 – 10 meses.
Sim, mas precisam de ajustes específicos. Ozempic, Mounjaro, Wegovy e similares podem ser muito eficazes quando prescritos corretamente para operados.
Não. O tratamento é diferente, mais focado. Você já tem a ferramenta (a cirurgia), agora vamos fazê-la funcionar novamente.
Com acompanhamento adequado, as chances são mínimas. Mas se acontecer, estaremos aqui. Sempre.
O investimento varia conforme a necessidade. Na avaliação, apresentamos todas as opções e formas de pagamento.
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